Um Romance de Geração teve sessão ontem à noite e tem outra hoje à tarde no Festival de Cinema de Arte de Salvador. Infelizmente, nenhum de nós da equipe pode ir à Bahia, mas é enorme a curiosidade quanto à reação dos baianos ao nosso trabalho. Se você viu o filme em Salvador, deixe um comentário. A programação do evento está aqui.
Posts de Outubro, 2008
Sessões no V Festival de Cinema de Arte de Salvador
Publicado por davidfmendes em Outubro 11, 2008
Enviado em cotidiano de filmagem | Deixar um comentário »
Fotos!
Publicado por ajeveaux em Outubro 10, 2008
Enviado em cotidiano de filmagem | Deixar um comentário »
Impressões de um romance
Publicado por ajeveaux em Outubro 7, 2008
Enviado em cotidiano de filmagem | Deixar um comentário »
Novos artigos online
Publicado por ajeveaux em Outubro 7, 2008
No site Portal Literal (http://www.portalliteral.com.br/artigos/um-romance-de-geracao).
Trecho:
” No filme, que teve sua estréia no Festival do Rio, nesta semana, David França Mendes subverte a narrativa ao inserir partes documentais dos ensaios e leituras com os autores e o próprio Sérgio, que pela primeira vez participou de uma adaptação de um texto seu, além de utilizar três atrizes – Lorena da Silva, Susana Ribeiro e Nina Morena – para representar a jornalista, que são intercaladas o tempo inteiro, às vezes repetindo-se as cenas, outras dando seqüência à cena anterior. De baixíssimo orçamento, ou, nas palavras de David, feito sem dinheiro, o filme teve como locação um conjugado, onde habita o escritor, outro local para os devaneios do casal durante aquela noite, além do Teatro do Jockey, no Rio de Janeiro, onde aconteceram os ensaios e leituras. “
Na revista Zé Pereira (http://www.revistazepereira.com.br/um-filme-que-se-desfaz/)
Trecho:
“ “Um romance de geração” é habilmente construído para deixar a encenação de bermuda e chinelo. A história apresentada na tela vai sendo simultaneamente desfeita, e cada plano do filme de David França Mendes é, no mínimo, dois: a história e sua encenação. Isso o faz fiel ao livro homônimo de Sérgio Sant’Anna, escrito na década de 70, romance que representa uma peça de teatro. “
Enviado em cotidiano de filmagem | Deixar um comentário »
Opinião: Cao Hamburger
Publicado por ajeveaux em Outubro 3, 2008
Na matéria de O Globo:
“Esse formato não linear é o que mais me chamou a atenção. Parece aquele filme do Al Pacino sobre Shakespeare… “Ricardo III – Um Ensaio”. O humor aqui funciona. – elogiava Cao Hamburger, diretor de “O Ano em que meus pais sairam de férias”, ao fim da sessão.”
Enviado em cotidiano de filmagem | Deixar um comentário »
Matéria no Segundo Caderno
Publicado por ajeveaux em Outubro 2, 2008
Saiu hoje, na página 2 do Segundo Caderno d’ O Globo, uma matéria sobre a estréia de “Um Romance de Geração”.
Segue um trecho do texto de Rodrigo Fonseca:
“Na tela, o papel do escritor foi confiado a Isaac Bernat, que divertiu o público ao compor um tipo desleixado e bonachão. Já a repórter é vivida por três (belas) atrizes: Lorena da Silva, Nina Morena e Susana Ribeiro, que engole o filme todas as vezes em que aparece, dando à personagem um irônico distanciamento que condiz com a proposta do diretor.”
Enviado em cotidiano de filmagem | Deixar um comentário »
Nós no palco
Publicado por davidfmendes em Outubro 1, 2008
Meu amigo Eduardo Souza Lima, jornalista, editor da revista eletrônica Zé Pereira, registrou em vídeo a nossa apresentação no palco do Odeon, ontem, na estréia do Um Romance de Geração. Eu estava bem nervoso, será que dá pra notar? Vejam o vídeo e dêem uma olhada no site da Zé Pereira, que tem uma boa cobertura independente do Festival do Rio.
Enviado em cotidiano de filmagem | Tagged: estréia, odeon, video | Deixar um comentário »
Matéria no Globo Online
Publicado por ajeveaux em Outubro 1, 2008
Saiu hoje, no Globo Online, uma matéria sobre “Um Romance de Geração”, com uma entrevista com o David.
Vejam um trecho da entrevista:
“Dada a importância do Sérgio Sant’Anna para a literatura brasileira contemporânea, não tanto em termos de um estilo que se é facilmente reconhecível, não é facilmente mimetizado, você não concorda que ele foi pouco adaptado para o cinema, e confesso nem saber em relação ao teatro? Conheço só os longas (“Bossa nova” e “Crime delicado”). Há curtas?
Há um curta, feito por um brasileiro em Nova York. Em teatro o próprio Sérgio se envolveu, nos anos 80. Seu livro “A tragédia brasileira” é, na verdade, meio que um livro adaptado de uma peça (e não o contrário). Sérgio trabalhou, no começo dos 80, em parceria com Bia Lessa num espetáculo chamado “Ensaio número Um”. Ele escrevia, ela adaptava, eles ensaiavam, ele reescrevia etc etc etc. A peça foi muito bem recebida pela crítica da época. Pois bem, mesmo depois da peça estreada Sérgio não parava de mexer no texto. Acabou produzindo um romance (que eu adoro), “A tragédia brasileira”. Esse processo, que o Sérgio viveu, é análogo ao que eu fiz com o “Romance de geração”. E há aí uma coincidência: eu não sabia quando os convidei, mas dois atores do meu filme fizeram a peça da Bia, o Isaac Bernat e a Lorena da Silva. Sim, Sérgio foi pouco adaptado, mas eu egoisticamente acho ótimo, por mim comprava os direitos exclusivos de tudo que ele escreveu e passava o resto dos meus dias adaptando.”
Segue o link:
http://oglobo.globo.com/cultura/festivaldorio2008/mat/2008/09/30/david_franca_mendes_decreta_cinema_que_nos_aprendemos_amar_nao_interessa_mais_quase_ninguem_-548486267.asp
Enviado em cotidiano de filmagem | Deixar um comentário »

